sexta-feira, 14 de novembro de 2025

                                                        MARIA  MÃE  DE  DEUS

 




Vejam só a que ponto chegamos — querem destronar Maria Santíssima!

Não há negar o catolicismo está em baixa — enquanto os protestantes estão rindo à ilharga!

Os adventistas, seita judaica atualizada, prega sua heresia mais do que nunca agora: O papa é a besta do Apocalipse. É o que sentenciava a guru do avdeventismo Ellen G. White.

Pois é — querem afastar a Mãe de Deus do Plano Salvítico!

Mas não foi Maria que deu a luz, por interveniência divina, ao Menino Jesus — como está escrito no Evangelho (Lucas 2:7)?

Não foi Maria quem criou e amamentou o Menino Jesus e não foi ela quem nas Bodas de Caná pediu que Ele, já aos 33 anos, transformasse a água em vinho, o primeiro milagre feito? (João 2:1-11)?

Como Maria pode ser afastada do Plano da Salvação, se Jesus nasceu e cresceu como seu filho, portanto de sua carne, embora sob os auspícios divinos?

Pois é agora o que está acontecendo — o Papa Leão XIV se dignou de destronar Maria do Plano da Salvação, através de um documento mais ou menos desconcertante a todos os fiéis — documento este redigido por um cardeal chamado Tutti Fernandes, por sinal totalmente desconhecido, argentino, amigo do Papa Francisco, de saudosa memória.

Observe-se o desconforto, trazido à luz de todos nós fieis sobre Nossa Senhora. O documento traz o título Mater Populi Fidelis, provindo do Dicastério para a Doutrina da Fé com o seguinte preceito — não devemos mais usar corredentora como título da Virgem Maria. A tal Carta Doutrinal vem assinada pelo Papa Leão XIV e é oriunda do Dicastério da Doutrina da Fé  sob a Memória Litúrgica de São Carlos Barromeu.

Não ousamos discutir as ínclitas justificativas erigidas pelo documento, posto que acautelatórias das funções inerentes ao Papa como chefe supremo da Igreja — mas penso que cabe a nós fiéis, o definido Povo de Deus, no mínimo,  repensarmos sobre esse ato, como Povo de Deus.

O que nos causa espécie é o citado documento, repleto de citações e outros referenciais, como que a pedir perdão a Maria pelo texto controverso, termina com o Papa dizendo:

Mãe do Povo, orai por nós

Seria por acaso pedindo desculpas pelo que disse sobre Nossa Senhora?

O documento está repleto de citações e referências como que para justificar o injustificável — vindas do Papa Leão XIV, aquele pontífice que prometeu tanta esperança  ao povo católico, após o estranho papado do Papa Francisco. Mas esqueceu de citar Santo Afonso Ligório (1696-1787), doutor da Igreja, escritor prolífico, músico e fundador da Congregação do Redentor, os Redentoristas, com mais de 120 obras sobre a espiritualidade e a moral, capaz de mudar a devoção popular. Seus livros decantam a Glória de Maria e A Prática do Amor a Jesus Cristo, tendo sido padroeiro dos confessores e moralistas, com profunda devoção mariana. Faleceu aos 90 anos. Durante seu episcopado escreveu sermões, livros e artigos para encorajar a devoção ao Santíssimo Sacramento e à Virgem Maria. O Papa Pio XII declarou-o Santo Padroeiro dos confessores e moralistas, tendo escrito a encíclica HAURIETIS AQUAS, inspiradas em Isaias 12:3, uma referência a Jesus como fonte de salvação e das graças sobrenaturais ao culto da Sagrado Coração de Jesus.

Atente-se que o Papa Pio XII foi o único Papa do século XX a exercer o Magistério da Infalibilidade papal, tendo ele, inclusive, definido o dogma da Assunção de Maria em 1950, em sua encíclica Munificientissimus Deus.

O Papa Pio XII usou de sua infalibilidade para reconhecer Nossa Senhora assunta aos céus — com que aprovou o status de Maria, como o fez Santo Afonso Ligório como corredentora na Salvação!

Não nos iludamos — não será por isso e outros deslizes cometidos por certos representantes da Igreja que Nossa Senhora tem aparecido chorando em várias ocasiões?

                                                                   Bsb, 13.11.25