sexta-feira, 17 de julho de 2026

                                              
                                                    ESTADO LAICO É ESTADO ATEU

 

 

 

Acreditem se quiser,  certa promotora de justiça, em manifestação pública em que foi falado o nome de Deus, manifestou-se alto e bom som, que não é permitido em ato público  falar de religião — porque, segundo ela, o “Estado é laico.

Esta senhora — Promotora de Justiça — que é formada em Direito e representa, portanto, o Estado, é incrível, não só não entende o que seja Direito e o que é ainda mais grave desconhece a Constituição Federal do País, cujo artigo 5, item VI, declara de forma clara respeitar qualquer manifestação religiosa. Eis, in-verbis o que  reza a Constituição:

 

Art. 5 – Todos são iguais perante a lei, sem distinção, garantindo-se aos brasileiros residente no País a inviolabilidade de direito à vida, à liberdade, à segurança e a propriedade...”

 

E em seu item VI, reitera:

 

“É inviolável a liberdade de consciência, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantia, na forma da lei, os locais de culto e as suas liturgias.”

 

Ver-se-á, assim, que esta senhora, ao expressar esse argumento, demonstra na qualidade de Promotora de Justiça o quão frágil é sua formação jurídica e não somente isto, comete um erro grave, aliás dois, compromete a própria Promotoria e a Faculdade onde se formou.

 

Que o absurdo tenha saído da boca de uma pessoa leiga — e conhecemos pessoas que já o fizeram, também por absoluta ignorância, seria até compreensível, mas provindo de uma Promotora  é um descalabro, para não dizer uma vergonha incomparável.

 

O Estado Laico, minha senhora, não quer dizer que o Estado seja ateu, é justamente o contrário, quer dizer que é permitido às pessoas exercerem seu culto religioso, os seus credos filosóficos e religiosos, inclusive em público, jamais o Estado,  o nosso e os demais onde adotada a democracia se permite não execrá-los — a não ser, aí está justamente a ignorância crassa de muitas pessoas, nos casos de nações onde a liberdade de culto é proibida, caso do Irã, por exemplo.

 

Desse imbróglio todo ousamos concluir o quanto de ignorância ainda sofre nosso povo, e o que é pior, a simbolizar como nossos representantes ainda são faltos em cultura, nossas escolas e instituições de baixa qualidade.

Haja vista o papelão que nossa Promotora fez — e em público!

 

 

terça-feira, 16 de junho de 2026

                                   EU  &  O PAPA LEÃO XIV



É claro, Amigos — a foto é uma montagem. Quiçá fosse verdadeira. Seria uma honra, um privilégio. Teria, sim, a oportunidade de me esclarecer sobre dúvidas e aumentar minha fé no Mestre Jesus e sua Igreja.

Tenho em mãos sua 1ª encíclica Magnífica Humanitas que pretendo examiná-la com cuidado e fazer, se possível, minhas humildes considerações.

De qualquer modo, encontrar-me ao lado de Sua Santidade não deixa de ser uma honra, um privilégio.

Que Deus proteja nosso Papa Leão VIX — e como um verdadeiro leão consiga defender a Igreja das infâmias, dos desrespeitos e sobretudo da chusma dos falsos apóstolos que a querem diminuir e dessacralizar seus fundamentos.

 

domingo, 7 de junho de 2026

                      KAROLINA  PROTSENKO

  — AINDA HÁ ESPERANÇA

               



                 Por acaso os Amigos já assistiram no youtube o show musical de uma mocinha chamada KAROLINA PROTSENKO — sua famlia é da Ucrânia, que se mudou para a América. Se não procure imediatamente vê-la. Karolina é incrível!

Karolina é um verdadeiro prodígio, além de uma grande comunicadora, ela toca violino e dança, enquanto as pessoas, na rua, a aplaudem. Hoje ela tem 18 anos. Estudou violino, tornando-se uma expert nesse difícil instrumento. Ela toca violino desde tenra idade e seus pais são também músicos. Na mídia, ela já conseguiu um séquito de fãs, um verdadeiro fenômeno. Além de tudo isso, ela possui outro talento, o de compartilhar parcela do que ganha nas aparições em assistência infantil.

Ora, ao presenciar a maravilhosa figura dessa mocinha, a distribuir música e danças nas ruas, sendo aplaudida espontaneamente pelas pessoas viandantes — só isso nos faz mais feliz, diante desse mundo de tantos absurdos, violência e as pessoas perdendo cada mais o sentido de fraternidade, beleza e amorosidade.

Sim, essa modesta criatura, sobrevivente de um desvairo entre duas nações, Ucrânia e Rússia, nos dá um exemplo de beleza, doçura e uma grande lição de fraternidade.

Que Deus abençoe Karolina que através de seu maravilhoso violino nos tem jubilado o coração, amenizando todo esse desespero de nosso mundo atual.

Karolina nos faz recordar o felicíssimo título de um livro lançado pelos anos 50 em São Luis-Ma pelo poeta Lago BurnettEstrela do Céu Caída.

 

Sim, nosso benevolente Criador acaba de perder, no céu, uma estrela chamada KAROLINA PROTSENKO.  

 

                                                              Bsb. 7.06.26

segunda-feira, 25 de maio de 2026


                                          O UNIVERSO TEM MUITAS MORADAS

 

 

 

Sob a influência do livro Devoradores das Estrelas e  do filme respectivo que vem fazendo grande sucesso no cinema esses dias, vem-nos à baila um antigo livro de autoria do astrônomo francês Camilo Flamarion, Pluralidade dos Mundos Habitados, de teor espírita.

Com a fantástica evolução da IA e também da cosmologia que vem inspirando filmes espetaculares e também livros de Sci-fi em moda hoje — o filme Devoradores de Estrelas vem batendo recordes de bilheteria nos cinemas assim como na TV.

De nossa parte, confessamos que somos fãs da ficção científica, mas  o que nos dá mais tratos à bola  — baseado nessa avalanche de livros e filmes sobre o assunto — seria saber se o Universo é ou não habitado. O livro de Flamarion explicita que sim, mas sob visão espírita.

Tirante essa visão, sobre a qual mantemos dúvida que exista, por que não podemos acreditar que todo esse fantástico Universo  seja habitado?

Sabemos que nos Evangelhos, João 14 1-3 o Mestre Jesus adverte a seus discípulos — e também a nós que os seguimos — ao ascender aos céus, “... na casa de meu Pai há muitas moradas” e que iria preparar lugares para seus seguidores.

Ora, analisando-se, que lugares seriam esses, o Mestre estaria blefando? Por que não poderia ser tais lugares onde vivem civilizações superiores,  abrigam povos mais evoluídos, espalhados por todo o Universo, talvez em estado de ascensão transcendental?

A interpretação atual e vigente, inclusive pela visão da própria super avançada ciência cosmológica, é de que esse assombroso Universo é só para ser visto e deleite de nós terrestres,  mesmo que não passemos de meros ciscos inteligentes. A nosso ver, não deixa de ser  visão absurda — um Universo para ser só apreciado, aliás, uma trilionésima parte, dada sua vastidão.

Temos a ideia de que todo esse estonteante Universo seja habitado por civilizações adiantadíssimas, talvez para além de nossa imaginação.

Quem sabe essas casas não constituiriam outro enigma criado por  Deus e decantada pelo Mestre em sua peregrinação terrena, que seriam seu Novo Reino? Não se constituiriam a  pluralidade dos mundos habitados?

Por que acreditar nessa fantasia cósmica de que o Sol está sendo devorado por esses seres chamados astrofágicos e se apagará em pouco tempo — fantasia por fantasia, muito mais coerente seria aceitarmos a existência de outras civilizações a proliferarem no universo galáctico.

Os astrônomos já arbitraram que o Sol, uma estrela anã amarela, se apagará há cerca de 4,6 bilhões de anos — por que não podemos acreditar nas palavras do Mestre, que nos admoestou em suas mensagens de amor e paz sobre suas moradas espirituais?

Aliás Shakespeare — que não era um mas vários escritores elisabetanos que escreveram  — em sua famosa peça Hamlet, através de seu personagem Horácio, disse “... há mais coisas entre o céu e a terra do que pensa tua filosofia... 

Em contrapartida, nós humílimas criaturas mortais, ciscos pensantes  como definiu Pascal — continuamos a acreditar que somos os únicos seres inteligentes no Universo, este criado apenas para nosso particular atavio.

Haja vista o que disse  Bilac, o poeta — “Ora, direis, ouvir estrelas...”

 

                                                          Bsb, 25.05.26

  

 

 

sexta-feira, 22 de maio de 2026


                    DEVORADORES     DE      ESTRELAS

— UMA PARÓDIA DO FIM DA TERRA

 

 


A Ficção Científica tem sido um dos canais mais modernos de provocação do fim dos tempos. Literatura e filmes, desde épocas mais remotas têm feito uso desse simulacro, seja em entretenimento folhetinesco até, hoje, na cinematografia.

De uma forma ou de outra os autores, antigos e modernos, têm explorado continuamente esse veio lítero-científico. A lista é grande e desde  nossa época que somos leitores e admiradores do assunto,  a partir  da famosa coleção Terramarear, do  Tesouro da Juventude  e dos primeiros gibis — ai pelos anos de 1940.

Retrocedamos m pouco sobre a chamada Ficção Científica  que vem de longas datas — autores como Edgard Rice Bourrougs, o criador do famoso Tarzan e depois de FC, H.G.Wells, Julio Verne, sem nos esquecermos de outros que os sequenciaram, Phillip K. Dick, Ray Bradbury, Aldous Huxley, Isaac Asimov e Arthur C. Clarke. Sem nos esquecermos de Alex Raymond com sua fantástico personagem Flash Gordon e suas peripécias no planeta Mongo.

O cinema tem explorado continuamente esse veio, porque não dizer, riquíssimo, sempre com base em novelas e romances. Lembremo-nos de alguns mais recentes, a partir de Odisseia no Espaço, de Clarke (1968), Allien, o 8º Passageiro (1979), Blade Runner (2017), Interestellar (2014) e Duna (2021).

Eis que agora a cinematografia fantástica nos apresenta esse espantoso Devoradores de Estrela, a partir do escritor ficcionista  engenheiro de software Andy Weir.

O filme baseou-se no livro de Andy Weir, um calhamaço de 422 páginas, haja tempo e muito fôlego para lê-lo — sem falar que o autor parece querer nos instruir sobre todas as práticas da física relativista, aerodinâmica e nós, coitados, temos de engolir tudo isso.

Passemos ao filme e deixemos para trás o imbróglio super científico  de Andy Weir, com sua  enxurrada de tecnologia sobre astrofísica, viagens espaciais e que tais.

O filme é estrelado por Ryan Gosling (o mesmo ator de La La Land (2016), representando Rayland Graças, um simples professor de ensino médio, que se vê envolvido num estrambótico Projeto Hail Mary, cujo objetivo era salvar a Terra, em iminente perigo devido o apagamento do Sol em pouco tempo. O Sol está sendo atacado por vírus mortais chamados astrofágicas e por isto será apagado dentro de pouco tempo. Esses astrofágicos estão devorando todas as estrelas e seu primeiro alvo é o nosso Sol. O projeto tem o objetivo de salvar o Sol e, portanto, toda a humanidade — tudo isto em pouco tempo. Ocorre que a salvação do mundo está na mão do professor e ele já se encontra numa nave espacial, lançada e já se encontra no espaço sideral a milhões de quilômetros da Terra.

A película narra toda essa estória espetacular, com  as possíveis e inimagináveis proezas a ocorrerem no espaço, nosso professor às voltas com as  mais obtusas ocorrências, ele sempre solitário e o que é mais espantoso, um simples professor lidando com problemas técnicos de astrofísica e os mais avançados artefatos científicos. Então ele acaba descobrindo o que são e com

o se desenvolvem  os tais astrofágicos, os devoradores de estrelas. E pasmem, lá no espaço sideral ele, na sua nave, se encontra com outra nave, inclusive com um ser de outra galáxia, que ele apelida de Rocky — um ser esquisito, tipo um caranguejo, sem olho, boca e que fala mediante sons, algo estapafúrdio. Os dois se tornam bons amigos, inclusive porque ambos têm o mesmo objetivo: salvar seus planetas de origem.

O filme se arrasta assim em horas, o professor às voltas com toda essa tecnologia, agora dialogando com um caranguejo se dando muito bem, o tal Rocky, o qual já consegue produzir a quantidade de astrofágicos necessários  salvar a Terra e seu planeta Eridan.

Para mais confundir o pobre do assistente, a narrativa não é corrida, entrecorta-se de cenas de passado e presente, ora no espaço, ora em terra, com cortes que ensejam fatos já ocorridos na nossa história espacial. Haja compreensão em ousar conseguir esse verdadeiro painel de atos e fatos.

De nossa parte, o filme nos parece confuso, não obstante interessante com todo esse apanágio de tecnologia. Além de estremamente longo e extasiante. Prestigie-se atuação do ator Ryan Gosling — ele que teve uma atuação fantástica no admirável musical La La Land

Sob tais aspectos, sem deixar de admirar toda a pirotecnia da direção do filme, creio que não se iguala com outros espetáculos como Duna, Odisséia no Espaço e alguns outros mais.

 

                                                                   Bsb, 22.05.26

 

 

 

 

 

 

 

segunda-feira, 18 de maio de 2026


                                           O HOMO NON-SAPIENS

 

 

 

E se dissermos que agora o Homo-Sapiens acaba de mudar de categoria para a de Non-Sapiens?

Ora, acontece que não estamos muito longe disso — haja vista a absurdidade por que passa o nosso velho, mas idílico Homo-Sapiens. Não nos referimos às estrepolias políticas a quais vimos já assistindo, espécie de geopolítica desgovernada das nações, à guisa de melhoria do mundo internacional.

Referimo-nos a outro lado  da questão, ao chamado desenvolvimento da ciência e tecnologia de ponta, hoje na ordem do dia. Não bastasse os  estapafúrdios feitos da hoje despótica IA — eis que as empresas de grande porte vêm construindo cada vez mais módulos de robôs de última geração dessas geringonças. São robôs dotados de inteligência artificial, por incrível que pareça não mais da espécie masculina, mas, sim, feminina. Ou seja, são do tipo feminino, por sinal, espécimes  belíssimas e semi-humanas. E o que é mais incrível, dispostas ao exercício da sexualidade.

Agora o sujeito pode ter uma mulher robô, quase perfeita, para seu consumo sexual. Acabou-se portanto o casamento, a família, os filhos. Nasce assim uma novíssima ciência — a antropologia robótica, a apologia à automação,  a mulher-máquina, capaz de exercer o sexo. Acaba-se, assim, o humanismo trocado pela artificialidade, a engenharia genética artificial.

As consequências são desastrosas, para dizer o mínimo — a desumanização total do ser humano, enquanto faz prevalecer um novo ser,  totalmente maquínico.

Surge assim uma nova humanidade, constituída de máquinas, a civilização da máquina. O mundo não será mais o mesmo, o mundo pertencerá ao mundo do irreal,  à categoria do artificialismo patológico.

Em outras palavras, acabamos de adentrar o mundo da convulsão apocalíptica.

                                                                                                                Bsb, 19.05.26

segunda-feira, 11 de maio de 2026

 

ábado, 9 de maio de 2026

 

AVE DIA DAS MÃES

                                        Murilo Moreira Veras

 

Mãe — o que é uma Mãe?
é a que dá vida
a todo ser humano.
Nós todos somos filhos deste ser

que é a mãe.Que felicidade é termos tod

uma Mãe,

o carinho lúdico de uma mãe.

Mãe do Céu, Mãe da Terra,

todas as mães.

Não há deleite maior do que o deleite

de uma mãe,

Mãe ternura, mãe doçura.

Ela nos protege, quando sofremos

— o socorro vem da mãe,

Quando amamos

— o deleite vem da mãe,

nossa casa é sempre a casa

de nossa mãe.

Sem ela o coração fica vazio,

falto de emoção.

Sempre querida nossa mãe,

essa pessoa sempre inaudita,

cuja falta nos torna vazio

de carinho,

de beleza,

de certeza.

A fortaleza dessa criatura que é a Mãe.

Mãe ternura.

Mãe ventura.

Nossa Mãe.

Ave Cesar? — não! Ave Mãe!

— Ave o dia de todas as Mães.


Poema escrito com a mão esquerda