APOLLO II — LUA AINDA
DESCONHECIDA
Parodiemos Ivan
Lima com seus Fatos Desconhecidos
— a nossa Lua ainda nos é desconhecida. A Nasa repete seu feito de 1969 — a
nave Apollo XI, teria ejetado astronautas à Lua, o feito estupidificou o mundo,
deixando o russoYure Gagarin anterior
na berlinda. Muitas pessoas não acreditaram, teria sido apenas um faz de conta
da Nasa, até para os entendidos no
assunto. Mas parece que os russos confirmaram a aventura americana.
Ora,
a verdadeira corrida espacial, primeiramente à Lua, não é fato de nossos dias.
A humanidade sempre dignou-se explorar o
Universo. Os exploradores mais antigos foram os egípcios e os babilônios. No
século XVI, um dos pioneiros a explorar o céu usando o telescópio foi Galileu Galilei.
No
século XX começa uma acirrada corrida espacial Estados Unidos e União
Soviética, os americanos vencendo com o Apollo
XI com o primeiro humano a pisar no sinistro solo lunar.
O
céu agora tem sido o roteiro primordial dos exploradores espaciais, Nasa e Esa realizando missões pelo espaço afora, inclusive viagens estapafúrdias
em busca dos chamados exo-planetas
pelos confins do Universo. Haja vista que o suposto dono do mundo, Elon Musk tem planos de levar os humanos
a Marte em 2030.
Pessoas
de tino mais apoteótico sonham por produzir esse legado à humanidade — alcançar
novos horizontes e promover, embora pareça impossível, a união e cooperação
entre os povos em prol de um objetivo comum.
Recentemente
a Nasa acabou de nos oferecer mais um destes
espetáculos estratosféricos, de enviar seres humanos à Lua — trata-se do
lançamento do Artemis II, com o
objetivo, dizem, de preparar os seres humanos para os próximos pousos na Lua. O
que nos deixa, simples mortais lutando por viver nesta Terra, explorada pela
manipulação político-ideológica, mais
ansiosos e, o que é pior, desprotegidos.
Se
é mais um ousadia que o ser humano assume tentando explorar talvez o
impensável, só o futuro nos dirá, talvez com a ajuda alternativa da IA, que, pelo menos no momento atual,
tem se tornado o instrumento ideal utilizado para transformar as pessoas e o
mundo, auxiliando-nos em suprir nossas incapacidades e até corrigir nossos
erros.
O
que não sabemos e nos causa grande espécie — seria como nós, humanos,
administraremos todos esses aportes, esses instrumentos maquínicos e portanto
ideológicos, os quais se acumularão em torno de nossa vida, se temos condições
de manejá-los com prudência, eticidade e capacidade mental.
Ou
estamos perdendo nosso direito de viver em paz e dignidade — o que a nosso ver
configuraria, mesmo assim, o que previu o filósofo Leibniz seria alcançar o mundo possível?
Bsb,
14.04.26



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