terça-feira, 24 de março de 2026

                                           O  MAL DE PROTÁGORAS

 

 

 




 

Vez em quando nossa humanidade enseja renovar sua caminhada. Mas acaba tomando o caminho errado. Entenda quem quiser. Ora, sabemos que as veredas não têm sido fáceis.

Na Idade Média, os eventos foram terríveis — a peste negra devastou a humanidade, enquanto, depois, o movimento chamado Inquisição, com fatos positivos e negativos, fez uma devassa tentando separar à força o joio do trigo.

Depois, em 1789, eis que deflagra-se um movimento, à guisa de modernidade e centrado no terrorismo político, a inaudita Revolução Francesa, na verdade um dos eventos mais sediciosos da história, cujas consequências até hoje sofremos, sob alegação de que o mundo evoluía, o que nem sempre se sucedeu, senão o criação da guilhotina, o símbolo do terror, ao invés da  sonhada melhoria do mundo. O que dela decorreu foi um suposta evolução social econômico-financeiro, com o decaimento  da ética, da moral e dos costumes. 

Com a tal Revolução Francesa o mundo teria entrado, como dizem, nos acordes de uma civilização evoluída,  mas não nos livrou das primeira e segunda guerras mundiais e outras catástrofes que atingiram   a humanidade.

A nosso ver o a Revolução Francesa não obteve essa grande  melhoria para o mundo, ao contrário teve o demérito de introduzir nas hostes supostamente mais evoluídas nada menos que o pior dos inventos possíveis — a ideologia. Seu inventor o iluminista francês Antoine de Desutt de Tracy, no final do século XVII, por volta de 1796-1801, termo criado para definir a ciência das ideias. Napoleão, por sinal, apelidou o termo e seus seguidores de ideólogos, acusando-os de “abstratos e irrealistas da realidade prática.”

Aliás, Karl Marx, nos meados do século XIX, definiu a tal ideologia como ciência, uma “falsa consciência da distorção da realidade”, termo esse hoje amplamente utilizado nas ciências sociais.

Resumindo tudo, a ideologia, essa mesma falsa distorção da realidade, passou a ser condição  sine-qua-non para nossos filósofos, historiadores e sobretudo os sociólogos atuais. E surgem em jorro os apoiadores, gregos e troianos: Paulo Freire, Fidel Castro, Zigmunt Bauman, Jacques Derrida, Nancy Fraser, Nicos Poulantza (1936-1979), Oscar Niemeyer, Garcia Marques, Thomas Piketti, José Saramago, Graciliano Ramos, Noam Chomsky, John Steinback e esse economista adorado pela mídia Noam Harari.

O problema é que a ideologia não ficou restrita às áreas comunistas — ela se espalhou como um verdadeiro vírus, infiltrando-se praticamente em todas as atividades humanas, inclusive nas universidades, escolas, espécie de praga, influenciando pessoas e o que é pior, subvertendo a política e a economia. Até mesmo o sentido da vida.

E quem foi o responsável por essa extraordinária subversão — o maior terrorista divulgador do comunismo de todos os tempos, o italiano Antonio Sebastiano Francisco Gramisc. O problema é que o vírus gramisciano não ficou ai. Espalhou-se para outras órbitas, sociais  morais e até religiosas. Resultado — infestou e continua infestando  todos os atuais movimentos que vêm  viralizando no mundo atual, cultura woke, aquecimento global, Gaia Ciência e principalmente talvez o mais inócuo e devastador: a teoria do gênero.

E saibam a origem desses desacertos que tantos males vêm causando às pessoas e ao mundo em geral? Um filosófo grego chamado Protágoras (490 a.C) que criou esse paradigma: “O homem é a medida de todas as coisas”

 Nossos filósofos, escritores, poetas e cientistas, em geral ateus ou agnósticos, adotaram Protágoras por lema e o divinizaram como o maior transformista a influenciar nossa historiografia humana.

                                                                   Bsb, 24.03.26

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

terça-feira, 17 de março de 2026

                                 SENHOR — AJUDE-NOS A DIZER SIM

 

 

                                



                                             Murilo Moreira Veras

 

 SIM, dizer sim ao Senhor

— eis a grande questão

Maria Santíssima, ajude-nos

              a dizer Sim ao Senhor.

Os humanos temos necessidade

de dizer Sim ao Senhor.

É a consciência que nos dá a necessidade

              de Amar.

O coração nos clama pelo amor

              de Deus,

enquanto as criaturas lutam

               por dinheiro, felicidade

               e paixão.

Eu sou eu e minha circunstância

              — diz o agnóstico.

Eu vos digo — eu sou eu e a

              circunstância de Deus.

Quando se ama, sofremos, quando

               se sofre amamos.

Inteligência artificial — não Inteligência

               Moral, sim.

Maria, nossa Mãe, diligencie nossa inteligência

               para a Luz

a Luz da razão que é o Amor.

Ama e faze o que quiseres

               — mas aos cuidados do Criador.

Não sou uma sombra. Sou um ente

               estruturado como Ser.

Quem tece os lírios do campo?

Quem faz voar as aves no céu?

 

                

                   O coração

         que seja a bússola do Amor

        e o Amor Crístico nos alivie

        do sofrimento íntimo da Dor

 

                                    Bsb,14.03.26

 

*Poema escrito com a mão esquerda

 

domingo, 8 de março de 2026


                                             EM  FAVOR  DA PAZ

 

 

 

É tempo de Quaresma, de conversão. Enquanto isso, metade do mundo está em guerra. Os falastrões, supostos mestres midiáticos, já viralizam mundo afora que acontece a 3ª Guerra Mundial.

O Oriente Médio está praticamente em chamas — os protagonistas Iran, Israel e Estados Unidos em confronto quase diário.

Até o Dubai já foi vitimado de bombardeio, inclusive pelo próprio Iran, que se vê ameaçado por todos os  lados.

A China e a Rússia, as duas já se pronunciaram a favor do Iran, devido os bombardeios dos Estados Unidos, em ação avassaladora recente contra o país do Aiatolás, inclusive matando o chefe deles, o aiatolá Komeine.

Será o prenúncio do Apocalipse bíblico?

Não há negar, a humanidade está em perigo. Os órgãos pressurosos pela Paz que fiquem em alertas máximo. As nações se solidarizem enquanto é tempo. Os governantes, os Órgãos representativos, apressem-se por assumirem suas funções — que sejam conciliábulos a favor da Paz.

Guerras são sempre devastadoras — todos  seremos atingidos, certamente as nações mais vulneráveis.

Nós, a humanidade, qualquer que seja a fé que as nações abracem, devem se eximir o mais possível daquele terrível eufemismo de que “o homem é o lobo do homem”.

O mundo, as nações, o povo, o senso comum em geral — o de que precisamos é da Paz, vivermos em paz.

Oxalá os senhores representantes das Nações ajam com bom senso e principalmente sabedoria possível, de que os tempos tribais já se extinguiram, que somos civilizados.

Entrementes, neste tempo de quaresma que o Cristianismo cultua, no qual é solicitado o nosso arrependimento — que exerça influência positiva às pessoas. E nós, cristãos, rezemos pela Paz.

Acolhamos a Paz e não a guerra, também neste Dia Proclamado às Mulheres — entreguemo-nos todos de corpo e alma aos eflúvios positivos  decorrentes dos ensinamentos do Mestre dos Mestres para que nos beneficiem  do Amor.  Que nos livre do Mal, sempre. 

                                                                                                     






 


Tenho dito.

                                                           Bsb, 8.03.26